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terça-feira, 12 de maio de 2015

Porsche entra em força com três modelos híbridos ‘plug-in’

O sucesso da Telsa parece estar a incomodar os construtores alemães, que lançaram uma verdadeira ofensiva no domínio dos veículos elétricos e híbridos ‘plug-in’.
A BMW abriu as ‘hostilidades’ com o lançamento o i3 e do i8 (prometendo para mais tarde o X5 eDrive40e), seguindo-se o grupo Volkwagen, com os modelos e-up, e-Golf, Golf GTE (estando mais alguns na calha), ao que se juntou a Audi com o A3 e-tron (estando mais alguns modelos prometidos, como o Q7 e-tron quattro). Para não ficar atrás, a Mercedes-Benz introduziu o Classe B ED, o S 500 Plug-In Hybrid,  C 350e e anunciou o lançamento do GLE 500 eMATIC.
O mais recente fabricante alemão a entrar nesta área é a Porsche e...em força, reivindicando ser a primeira do mundo a disponibilizar três modelos híbridos ‘plug-in’: 918 Spyder, Panamera S E-Hybrid e Cayenne S E-Hybrid. A tecnologia híbrida presente nestes três modelos da Porsche foi desenvolvida pela Bosch, que se juntaram para ‘eletrificar’ automóveis desportivos. O sistema de gestão eletrónica, as baterias, os motores elétricos do Cayenne, do Panamera e do 918 Spyder são de origem Bosch.
O 918 Syper dispõe de dois motores elétricos, um em cada eixo, com 129 e 159 cv, respetivamente, além de um motor de combustão a gasolina V8 de  4,7 litros e 608 cv. A combinação do sistema de proulsão elétrico e de propulsão permite disponibilizar uma potência máxima de 887 cv. Isto permite ao 918 Spyder acelerar dos 0 aos 100 km/h em apenas 2,5 segundos. O motor elétrico dianteiro oferece a possibilidade de condução em modo totalmente, sendo a autonomia da bateria de 6,8 kWh de aproximadamente 20 km. O tempo de carga da bateria demora entre 2,5 a 4 horas.

O Porsche Cayenne S E-Hybrid é anunciado como o primeiro SUV híbrido , estando equipado com motor de combustão e elétrico que oferecem uma potência combinada de 416 cv e um consumo oficial de 3,4 litros, enquando o Panamera S E-Hybrid dispõe da mesma motorização, mas o consumo é ligeiramente inferior – 3,1 l/100 km – devido ao seu menor peso. Em ambos os casos, o motor elétrico tem uma potência de 70 kW (95 cv). O Panamera S E-Hybrid recebe uma bateria de iões de lítio com uma capacidade de 9,4 kWh, sendo de 10,8 kWh aquele que se encontra instalada no Cayenne S E-Hybrid. O tempo de carga é de quatro horas numa tomada doméstica de 220V ou de duas horas num posto de carregamento público convencional (lento). Por Carlos Moura 

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Preço das baterias vai baixar para metade até 2020

O preço das baterias para veículos elétricos e híbridos irá diminuir para metade até 2020, afirmou o CEO da Bosch, Volker Denner, durante o simpósio automóvel organizado pelo fabricante alemão. O responsável acredita que cerca de 15 por cento dos veículos novos construídos em todo o mundo em 2025 terão, pelo menos, uma cadeia cinemática híbrida. Por outro lado, as baterias terão o dobro da densidade energética, mas o custo será inferior em 50 por cento. O CEO da Bosch considera ainda que as motorizações híbridas passarão a ser de série nos veículos do tipo SUV, pois esta será uma uma forma de cumprirem os objetivos da União Europeia para emissões de CO2 por parte das frotas. Com apoio elétrico, os motores de combustão do futuro irão consumir menos combustível e serão mais ‘limpos’. O binário adicional proporcionado pelo motor elétrico irá melhorar a agradibilidade de condução. Além disso, a diminuição do custo das baterias irá tornar mais acessível o preço de aquisição dos híbridos. Por Carlos Moura   

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Bosch, GS Yuasa e Mitsubishi desenvolvem baterias de iões de lítio

A Robert Bosch estabeleceu uma parceria com as empresas japonesas GS Yuasa e Mitsubishi Corportation para o desenvolvimento de uma nova geração de baterias de iões de lítico com elevada capacidade para veículos elétricos ou híbridos Plug-in. O objetivo consiste na utilização da gestão avançada das
células e o progresso na eletroquímica e nos materiais para aumentar consideravelmente o conteúdo energético. Aqueles avanços permitirão reduzir o peso e a dimensão das baterias, assim como o aumento da autonomia dos veículos elétricos.

As três empresas constituíram uma ‘joint-venture’ para a pesquisa e desenvolvimento conjunto, assim como para apoiar as empresas mãe nas atividades de marketing e vendas. As operações deverão arrancar no início de 2014 e a sede irá localizar-se em Estugarda, na Alemanha. A constituição da ‘joint-venture’ está sujeita à aprovação da Autoridade da Concorrência. A Bosch terá uma participação de 50 por cento na nova empresa, enquanto os restantes 50 por cento serão detidos em partes iguais pela GS Yuasa e a Mitsubishi Corporation. Por Carlos Moura