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quarta-feira, 2 de março de 2016

Skoda apresenta híbrido plug-in Vision S em Genebra



A Skoda apresentou o protótipo de um SUV plug-in no Salão Automóvel de Genebra, o Vision S. Este ‘concept’ antecipa a linguagem de design deste tipo de veículos da marca checa, que é claramente influenciado pelo cubismo e a tradição na arte do cristal na Boémia. As linhas são precisas, nítidas e de arestas limpas; a interação distinta da luz e da sombra sobre as superfícies têm um efeito poderoso, acentuado pela cor escolhida: verde Iceland.
Com 4,70 metros de comprimento, 1,91 metros de largura, 1,68 metros de altura e com uma distância entre eixos de 2,79 metros, o Skoda VisionS faz uma declaração ousada na estrada. Utilizando a plataforma transversal modular Matrix do Grupo Volkswagen (MQB), este é o primeiro veículo da marca checa a apresentar seis lugares em três filas de bancos distintas.
O Skoda Vision S vem equipado com um sistema híbrido ‘plug-in’ que oferece uma potência combinada de 225 cv (165 kW), permitindo uma aceleração dos 0 aos 100 km/h em 7,4 segundos e uma velocidade máxima de quase 200 km/h. O consumo médio anunciado em modo híbrido é de 1,9 l/100 km (ciclo NEDC) e a autonomia em modo elétrico até 50 km.
O motor de combustão interno é um bloco 1.4 TSI com 156 Cv (115 kW) e um binário máximo de 250 Nm. Trabalha em conjunto com um motor elétrico que fornece 40 kW de potência contínua e um binário máximo de 220 Nm. Ao motor elétrico está acoplada uma transmissão automática DSG de seis velocidades, que transfere a potência para as rodas dianteiras. Um segundo motor elétrico com 85 kW e 270 Nm de binário aciona o eixo traseiro. Funciona de forma independente do eixo dianteiro, o que significa que o veículo tem tração inteligente nas quatro rodas, não requerendo nenhum acoplamento mecânico. Os três motores cooperam de forma flexível: o condutor pode optar entre vários modos de condução, desde o motor puramente elétrico, sempre com o objetivo de máxima eficiência. A bateria de iões de lítio com uma capacidade de 12,4 kWh está posicionada à frente do eixo traseiro. Por Carlos Moura

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

SIVA anuncia comercialização do Volkswagen Passat GTE para março



A SIVA vai iniciar a comercialização no mercado nacional do Volkswagen Passat GTE no próximo mês de março, que terá um preço de venda ao público a partir de 45.810 euros. O Passat GTE é um híbrido ‘plug-in’, que permite uma condução citadina em ‘emissões zero’, assim como a realização de viagens longas em família ou em trabalho.
Com uma potência máxima combinada de 218 cv, oferece um consumo de combustível de apenas de apenas 1,6 l/100 km (segundo a norma NCCE) e 12,2 kWh/100 km (Variant: 12,4 kWh), registando uma autonomia máxima em modo elétrico de 50 quilómetros. A autonomia anunciada pela marca, com o depósito de combustível cheio e a bateria com carga máxima é de 1.050 quilómetros, sendo possível efetuar o percurso entre Lisboa e Bayonne, no sul de França, sem reabastecer.
Em condições normais, o novo Volkswagen arranca sempre em modo elétrico sem emissões. O “E-Mode” pode ser ativado manualmente através de um botão, por exemplo, quando o destino final de uma longa viagem é uma zona urbana. O Passat GTE pode atingir uma velocidade máxima em modo híbrido de 225 km/h. A velocidade máxima em modo exclusivamente elétrico “E-Mode” é de 130 km/h.

Além do sistema propulsão híbrido ‘plug-in’dispõe de uma inovadora gama de sistemas de assistência à condução, de informação e de entretenimento que estabelecem as referências no seu segmento, como o caso do “App-Connect”, podendo integrar os smartphones no sistema a bordo de forma fácil e intuitiva. O equipamento de série integra faróis em LED, sistema de navegação “Discover Pro” e “City Emergency Braking”. Por Carlos Moura 

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Novos híbridos ‘plug-in’ da BMW chegam a Portugal em março


A BMW vai reforçar a sua oferta de veículos híbridos ‘plug-in’ em Portugal no próximo mês de março, altura em que inicia a comercialização dos modelos 220xe e 330e.
O BMW 225xe constitui uma variante eDrive do Série 2 Active Tourer e estará disponível a partir de 39.950 euros. Equipado com um motor de três cilindros turbo a gasolina de 136 cv e um motor elétrico de 88 cv, oferece uma potência combinada máxima de 224 cv e um binário máximo de 385 Nm. O consumo de combustível anunciado é de 2,0 l/100 km e a autonomia em modo elétrico até 41 quilómetros. A velocidade máxima em modo elétrico é de 125 km/h. O tempo de carga da bateria situa-se entre as 2h15 e as 3h15.

Por sua vez, o BMW 330e constitui mais uma versão da Série 3, dispondo de um motor de quatro cilindros turbo a gasolina com 184 cv e um propulsor elétrico de 88 cv. A potência combinma é de 252 cv cv e o binário máximo de 420 Nm. A autonomia em modo elétrico é de 40 quilómetros, demorando entre 2h12 e 3h00 a carregar por completo. O consumo de combustível anunciado é de 1,9 l/100 km. No mercado nacional, a versão híbrida plig-in do Série 3 terá um preço de venda ao público a partir dos 47 mil euros. As empresas, recorde-se, continuam a beneficiar da dedução do IVA na aquisição ou locação deste tipo de veículos e pagam uma taxa intermédia de ISV de 25 por cento. A taxa de tributação autónoma em sede de IRC para veículos híbridos ‘plug-in’ acima de 35 mil euros é 17,5 por cento. Por Carlos Moura

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Audi A3 Sportback e-tron dá primeiro grande passo para a eletrificação

A Audi está convencida que os automóveis híbridos ‘plug-in’ serão, a médio prazo, a melhor solução para a eletrificação da mobilidade porque permitem uma utilização em modo elétrico ou híbrido em ambiente urbano e quando é necessário fazer uma viagem mais longa lá está o motor de combustão para assegurar a autonomia necessária até ao destino final. A primeira solução da marca dos quatro anéis consiste no A3 Sportback e-tron.
Como todos os modelos A3, a versão híbrida ‘plug-in’ desta gama utiliza a plataforma transversal modular MQB do Grupo Volkwagen. Com todos os componentes elétricos, o A3 Sportback e-tron pesa em vazio cerca de 1.540 quilos, resultado da filosofia de construção ultra-leve. A utilização de aços endurecidos e moldados a quente permitiram reduzir o peso da célula do habitáculo, enquanto o capot do motor e os guarda-lamas dianteiros são fabricados em alumínio. O A3 Sportback tem um comprimento de 4,31 metros, uma largura de 1,78 metros e uma altura de 1,42 metros. A sua alongada e desportiva carroçaria de cinco portas, graças a uma distância entre-eixos de 2,63 metros, destaca uma dianteira baixa e uma secção traseira com um spoiler traseiro no topo do tejadilho.
Em termos tecnológicos, o A3 Sportback e-tron estreou o sistema de propulsão híbrido que depois foi transposto para outros híbridos ‘plug-in’ do Grupo Volkswagen, designadamente o Golf GTE e o Passat GTE. O sistema de propulsão e da transmissão é constituído por um motor a gasolina de injeção direta 1.4 TFSI de 150 cv (110 kW), um motor elétrico com potência de 75 kW (102 cv) e uma caixa de seis velocidades de dupla embraiagem (S Tronic). A combinação dos motores de combustão e elétrico permite disponibilizar uma potência conjunta de 204 cv (150 kW), assegurando um comportamento de caraterísticas desportivas. A aceleleração dos 0 aos 100 km/h é cumprida em 7,6 velocidades e a velocidade máxima anunciada é de 222 km/h.
O sistema elétrico é composto por uma bateria de iões de lítio, com 96 células agrupadas em oito módulos de 12 células e uma capacidade de 8,8 kWh,  um módulo eletrónico de potência compacto e leve, um sistema de  carregamento que aproveita ao máximo a energia fornecida pela tomada elétrica. O sistema de carregamento é constituído por uma unidade de controlo com display gráfico e dois cabos de alimentação para tomada doméstica e industrial, desenhadas para cada país, sendo que no caso português corresponde a um cabo Mennekes. A bateria demora cerca de duas horas a carregar numa tomada da rede pública e cerca de 3h45m numa tomada doméstica.
O Audi A3 Sporback e-tron arranca quase sempre em modo elétrico (exceto com temperaturas extremas -- muito baixas ou elevadas -- ou quando a carga bateria está muito baixa). O modo elétrico permanece em funcionamento até o veículo alcançar os 130 km/h. Acima dessa velocidade é ativado o modo híbrido e entra em operação o motor de combustão. A autonomia em modo elétrico pode chegar aos 50 quilómetros. Se o utilizador selecionar o modo desportivo S, os dois motores começam a trabalhar em conjunto, entrando em ação o modo ‘boost’, que permite tirar partido do binário máximo combinado de 350 Nm. Quando se levanta o pé do acelerador entra em funcionamento o sistema de regeneração que recupera a energia em aceleração no modo ‘S’, enquanto no modo ‘D’ o sistema híbrido desativa os dois motores, mudando para o modo ‘roda livre’.
O Audi A3 Sportback e-tron tem um preço de venda ao público de 43.040 euros, embora para as empresas, com a dedução do valor do IVA ao abrigo da Lei da Fiscalidade Verde, é possível obter um valor final de 34.412 euros.  Será de referir que uma versão equiparável, o Audi A3 Sportback 2.0 TDI Sport S Tronic, tem um preço de venda ao público de 38.963 euros e um consumo médio de combustível de 5,3 l/100 km, o que torna a versão híbrida ‘plug-in’ competitiva, especialmente para empresas.
O equipamento de série do A3 Sportback e-tron inclui faróis em LED, jantes de 17 polegadas, ar condicionado automático com regulação para condutor e passageiro, sistema de carregamento da bateria e também uma aplicação para ‘smartphone’, que permite gerir o carregamento e a temperatura no interior do habitáculo. Em opção estão disponíveis sistemas de assistência ao condutor e sistemas de informação e de entretenimento, casos do sistema de navegação MMI plus ou o Audi Connect.


Quatro modos de condução

O Audi A3 Sportback e-tron oferece ao utilizador quatro modos de condução – EV, Auto, Hybrid Hold, Battery Charge – que são selecionados através de um comando no painel de instrumentos. O modo EV dá prioridade ao modo elétrico e permite conduzir em emissões zero até uma distância de 50 quilómetros. Para uma utilização diária, com possibilidade de carregamento da bateria, possibilita um custo de utilização energético muito baixo. O modo otimiza a utilização a energia elétrica, em combinação com o motor de combustão, para atingir o mais baixo custo de combustível, mesmo em longas distâncias. No contacto realizado com a unidade ensaiada obtivemos valores, em modo híbrido, entre 2,9 l/100 km e os 7,1 l/100 km, em função de uma condução mais urbana ou extra-urbana. A opção ‘Hybrid Hold’ permite armazenar a energia da bateria para uma utilização posterior em modo elétrico, por exemplo, sendo de notar que o sistema de regeneração consegue recuperar alguma energia cinética para a bateria, aumentando mesmo a autonomia ‘elétrica’. A opção ‘Battery Charge’ permite carregar a bateria durante a condução, funcionando o motor de combustão como gerador. Por Carlos Moura  

  


Ficha técnica
Motor combustão     Gasolina 1.395 cc
Potência        150 cv das 5.000-6.000 rpm
Binário         250 Nm, das 1.600-3.500 rpm

Motor elétrico                    Elétrico síncrono
Potência           75 kW / 102 cv às 7.000 rpm
Binário                              330 Nm
Bateria                             Iões de lítio
Capacidade Armazenagem        8,8 kWh
Peso                                        1.540 kg
Comp/larg/alt (m)           4,31/1,79/1,42
Aceleração 0-100 km              7,6s*
Veloc. Max                          222 km/h*

Consumo electricidade     18,4 kWh/100 km
Consumo combustível    2,9 a 7,2 l/100 km*

Autonomia                 até 50 km (elétrico)
                                até 940 km (total)      
Tempo de recarga      2h00m a 3h45m

Preço:                 43.040 euros (PVP)
                          34.412 euros (empresas)





 * Modo híbrido com bateria carregada



segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Hyundai val lançar modelo IONIQ com três opções de motores elétricos

A Hyundai vai lançar na Coreia do Sul, já em janeiro, o novo modelo IONIQ, que estará disponível em três versões ‘eletrificadas’: Full Electric, Híbrido Plug-In e Full Hybrid. A marca coreana reivindica ser a primeira a nível mundial a oferecer estas três opções de motorização num mesmo modelo.
A designação escolhida pela Hyundai, IONIQ, refere-se a elementos da sua criação: um “ion” (ião) é um átomo carregado de eletricidade e pretende referir-se à forma inteligente como estão conectados os motores do novo modelo; “Unique” (único), a segunda parte do nome, refere-se ao caráter único que representa na gama da Hyundai, demonstrando o compromisso ambiental da marca e a vontade de maximizar as escolhas dos clientes. Por último, o Q está também representado no logotipo do novo modelo como uma inovação visual, reconhecendo a abordagem nova, fresca e baixa em emissões do IONIQ.
O chassis é baseado numa plataforma nova e exclusiva, desenvolvida especificamente para esta opção de multi-motorizações, e otimizado para responder de forma eficiente e ágil em cada uma das três configurações de motorização. Na sua forma totalmente elétrica (EV), o IONIQ é movido por uma bateria de iões de lítio ultra eficiente. A versão plug-in híbrida (PHEV) combina uma utilização de combustível ultra eficiente com uma bateria carregada através de eletricidade, aumentando a sua duração e reduzindo as emissões. Finalmente, o híbrido (HEV) utiliza o motor a gasolina e o movimento do automóvel para carregar a bateria a bordo, que devolve uma eficiência aumentada complementando a potência do motor.  

O IONIQ, após a sua estreia mundial em janeiro de 2016 na Coreia do Sul, será apresentando no Salão Internacional de Genebra e no AutoShow de Nova Iorque durante março de 2016. Por Carlos Moura

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Híbridos, plug-in e elétricos no Salão Automóvel e do Veículo Ecológico de Lisboa


 Até dia 8 de novembro decorre o Salão Automóvel e do Veículo Ecológico nos pavilhões da Feira Internacional de Lisboa. Sete anos depois da última edição, o Salão Automóvel regressou à capital, numa organização da Associação do Automóvel de Portugal (ACAP) e da Feira Internacional de Lisboa.
Esta edição tem mais um caráter de feira do que de salão automóvel propriamente dito porque um dos objetivos da organização consistiu numa contenção de custos para os expositores. Será de referir que neste Salão do Automóvel e do Veículo Ecológico foram os concessionários das marcas a estarem diretamente presentes, contando, nalguns casos, com o apoio dos respetivos distribuidores para o nosso país. O certame ocupou uma área de 16 mil metros quadrados, que corresponde a dois pavilhões da FIL. Os veículos de passageiros das mais de 20 marcas representadas estão em exposição no interior dos pavilhões, enquanto os veículos comerciais têm um espaço dedicado nas passagens entre os pavilhões.
Esta edição do Salão Automóvel e Veículo Ecológico quase duas dezenas de estreias nacionais e mais de 200 modelos expostos, incluindo veículos híbridos, híbridos ‘plug-in’ e elétricos.

Audi
No espaço da Audi destaque para o A3 e-tron sport, o primeiro híbrido plug-in da marca que vem equipado com um motor de combustão 1.4 TSI de 150 cv, um motor elétrico de 102 cv e uma bateria de iões de 8,8 kWh. A potência combinado dos dois motores é de 204 cv. A autonomia em modo elétrico é de aproximadamente 50 quilómetros, enquanto o consumo médio anunciado em modo híbrido, isto é, com bateria carregada, é de 1,5 l/100 km/h. O Audi A3 e-tron sport está disponível a partir de 43 mil euros.

BMW
A BMW fez-se representar pela sua gama i, isto é, com o i3, disponível em versões Full Electric ou com extensão de autonomia EXA, e com desportivo híbrido plug-in i8. O BMW i3 recebe um motor elétrico de 125 kW (170 cv) que permite percorrer entre 130 a 160 quilómetros na versão Full Electric ou entre 120 a 140 quilómetros em modo elétrico e mais 120 a 150 quilómetros com ajuda de um pequeno motor a gasolina de dois cilindros com 34 cv para manter a carga da bateria num nível constante, aumentando a assim autonomia para cerca de 300 km. O BMW i3 tem um preço de venda ao público a partir de 38.250 euros
A outra proposta da BMW nesta área tem um custo de aquisição bastante mais elevado, a partir de 138 mil euros. Estamos a falar do BMW i8, que é construído com base na arquitetura LifeDrive – constituída pelos módulos Life (habitáculo em plástico reforçado com fibra de vidro) e Drive ((chassis em alumínio que integra a suspensão e todos os elementos de propulsão).  Este ‘coupé’ de quatro lugares possui um motor a gasolina TwinPower Turbo de três cilindros e 1,5 litros com 231 cv e um motor elétrico de 131 cv, oferecendo uma potência combinada de 362 cv. O BMW i8 pode percorrer até 37 quilómetros em modo totalmente elétrico, pois conta com uma bateria de iões de lítio de 5,2 kWh, que pode ser carregada de forma contínua pelo motor a gasolina durante a condução ou através de uma ligação a uma tomada elétrica convencional.  Como veículo desportivo, bastam 4,4 segundos para acelerar dos 0 aos 100 km, com tração integral, mas a velocidade máxima está limitada eletronicamente a 250 km/h.


Citroën
Para o transporte de passageiros, a oferta da Citroën assenta, atualmente, no modelo C-Zero. Desenvolvido no âmbito de uma parceria com a Mitsubishi, tem uma carroçaria detipo monovolume, mas de dimensões compactas, com um 3,48 metros de comprimento para uma largura inferior a 1,5 metros (1,475 m) e uma altura de 1,6 metros. 
As baterias estão colocadas no piso do carro, enquanto o motor, o inversor e o sistema de carga também encontram lugar na traseira do carro.O C-Zero  conta com um motor elétrico de 47 kW (64 cv), que oferece uma autonomia até 150 quilómetros. O preço de venda ao público de 31 mil euros.

Lexus
A Lexus aproveitou o Salão do Automóvel e do Veículo Ecológico para estrear as versões desportivas SportEdition do Lexus CT 200h e no Lexus IS 300h. Disponível com a designação IS 300h Sport edition e CT 200h Sport edition, ambos incluem pormenores estéticos de caráter desportivo no exterior e interior, contudo diferenciando-se das versões F SPORT que permitem um apuro dinâmico e um design ainda mais arrojado. O novo Lexus CT 200h Sport edition vai estar equipado com jantes de liga leve de 17’’ de cor preta, espelhos retrovisores com capas em preto, grelha frontal e frisos pretos, assim como, um difusor traseiro também em preto. O interior CT 200h Sport edition possui acabamentos exclusivos, como bancos em tecido e Tahara integrada e estão disponíveis 4 cores exteriores, com um preço de 32.100 euros. O IS 300h Sport edition destaca-se pelas exclusivas jantes de liga leve de 5 raios de 18’’ de cor preta para além da grelha frontal e as capas dos espelhos retrovisores na mesma cor.
  
Mercedes-Benz
A única proposta totalmente elétrica da Mercedes-Benz, o B ED, estava em destaque no stand dos concessionários da marca. O Classe B ED vem equipado com um motor elétrico de 132 kW e um binário de 340 Nm. A marca alemã anuncia uma aceleração dos 0 aos 100 km/h em 7,9 segundos e uma autonomia até 200 quilómetros. Em função do desejo do utilizador para conduzir economicamente ou de forma mais desportiva estão à disposição três programas de condução (Economy Plus, Economy e Sport). A bateria de iões de lítio encontra-se por baixo do veículo, libertando espaço no interior para oferecer cinco verdsdeiros lugares e uma bagageira com uma capacidade de 501 litros. O Mercedes-Benz Classe B Electric foi desenvolvido em colaboração com a Tesla Motors, designadamente o sistema de propulsão da marca norte-americana fundada por Elon Musk. Tem um preço de venda ao público a partir de 43 mil euros.

Mitsubishi
A Mitsubishi aproveitou o Salão do Automóvel e Veículo Ecológico para apresentar, pela primeira vez, ao público nacional a nova geração do Outlander PHEV. 
As principais alterações são estéticas, designadamente na grelha dianteira, que conferem um aspeto mais desportivo e agressivo a este modelo. 
Este SUV híbrido ‘plug-in’ dispõe de um motor a gasolina de 1.998 cc e 121 cv, e dois motores elétricos de 60 kW (80 cv), distribuídos por cada um dos eixos, o que garante a tração às quatro rodas. O Mitsubishi Outlander PHEV recebe uma bateria de iões de lítio de 12 kWh que possibilitam uma autonomia elétrica até 50 quilómetros. A autonomia total pode chegar aos 800 quilómetros. O consumo médio de combustível situa-se entre os 2,6 e os 7,2 l/100 km, em função de uma maior ou menor utilização das baterias carregadas.

Nissan
A Nissan marcou presença no salão com toda a sua gama elétrica, que inclui os modelos LEAF e e-NV200. A grande novidade era, indiscutivelmente, a nova versão de bateria de 30 kWh do Nissan LEAF, que passa a oferecer uma autonomia até 250 quilómetros, ocupando o mesmo espaço da bateria original de 24 kWh. 
Segundo a marca, as melhorias introduzidas na nova bateria consistiram na revisão da química interna e na utilização de novos materiais para os elétrodos. Além do carregamento normal, a bateria de 30 kWh também pode ser carregada de 0 a 80 por cento da sua capacidade em 30 minutos quando ligada a um carregador rápido.
O comercial e-NV200, nas versões furgão e combi, também esteve representado no espaço dos concessionários da Nissan. Este modelo dispõe da mesma tecnologia elétrica do LEAF e uma autonomia homologada de 170 quilómetros. 
A versão de mercadorias possui um volume de carga de 4,2m3 e uma capacidade de carga de 770 kg. O compartimento de carga permite transportar duas europaletes e está acessível através de portas deslizantes em ambos os lados e portas traseiras de ampla abertura. Em opção também está disponível com uma única porta traseira com dobradiça superior - que asseguram que as operações de carga e descarga são tão simples e fáceis quanto possível. Para o transporte de pessoas e alguma bagagem, quatro passageiros e condutor, está disponível a versão Combi.

Peugeot
A oferta elétrica da Peugeot para o transporte de passageiros consiste no citadino iOn. Tal como o Citroën foi desenvolvido ao abrigo da parceria entre oos Grupos PSA Peugeot Citroën e a Mitsubishi. 
Assim, o Peugeot iOn apresenta carroçaria de tipo monovolume, mas de dimensões compactas, com um 3,48 metros de comprimento para uma largura inferior a 1,5 metros (1,475 m) e uma altura de 1,6 metros. 
As baterias estão colocadas no piso do carro, enquanto o motor, o inversor e o sistema de carga também encontram lugar na traseira do carro. O Peugeot iOn  conta com um motor elétrico de 47 kW (64 cv), que oferece uma autonomia até 150 quilómetros. O preço de venda ao público de 30.390 euros.

Renault
A Renault apresentou ao público o ZOE 240. A grande novidade em relação ao “original” é um novo motor, 100 por cento desenvolvido pela marca. 
Com 95 patentes específicas, um bloco inovador na conceção e na arquitetura, que reivindica mais autonomia, melhor rendimento (ou seja, menos consumo de energia) graças a uma mais eficaz gestão eletrónica e menor tempo de carregamento, devido à evolução feita no sistema de carregamento Camaléon, que permite um carregamento mais rápido – menos de 8 horas numa vulgar tomada doméstica com 3 kW (com wallbox). Um motor também dez por cento mais compacto do que aquele que equipou a versão de lançamento.
Com uma autonomia de 240 quilómetros (mais 30 quilómetros que o motor “original”), o modelo reforça o estatuto de automóvel do segmento que é capaz de cumprir mais quilómetros com uma única carga de baterias. O novo Renault ZOE R240 tem um preço de venda ao público a partir de 21.525 euros, isto é, mais 300 euros do que o ZOE Q210, que ainda se mantém em comercialização.

Toyota
 A Toyota marcou presença no Salão do Automóvel e Veículo Ecológico 2015 com a tecnologia híbrida que têm conquistado o coração de mais de oito milhões de clientes em todo o mundo. Sendo atualmente a marca com a maior oferta na gama de modelos com tecnologia híbrida no mercado português e, tendo sido pioneira nesta tecnologia, os visitantes podem ver de perto os modelos de maior sucesso como o utilitário Yaris Hibrido, o familiar Auris Touring Sports Hibrido ou o tecnológico e avançado Prius Plug-in, com a sua tecnologia de condução em modo elétrico de 25 Km. 

Volkswagen
A Volkswagen levou aos pavilhões da FIL o seu híbrido plug-in diesel XL1, que tem um preço de venda ao público de 89 mil euros. Equipado com um motor diesel de 829 cc que desenvolve uma potência de 70 cv e um binário de 140 Nm, este veículo possui uma carroçaria aerodinâmica em carbono e não dispõe de espelhos exteriores retrovisores que foram substituídos por câmaras. Toda esta otimização tem como objetivo assegurar um consumo médio de combustível em modo híbrido de 0,9 l/100 km. A velocidade máxima está limitada eletronicamente a 160 km/h.  
  
Volvo
No espaço da Volvo, um dos destaques era V60 PHEV. A marca sueca foi a primeira a utilizar um motor diesel de 2,4 litros e 215 cv num híbrido com função ‘plug-in’. Esta solução oferece uma autonomia elétrica até 50 quilómetros  e um consumo médio combinado em modo híbrido de 1,8 l/100 km. O Volvo V60 PHEV possui um pack de baterias de 11,2 kWh e um motor elétrico de 68 cv. O preço de venda ao público inicia-se nos 40.642 euros. Por Carlos Moura  













    

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Volkswagen lança Passat GTE



A Volkswagen lançou o segundo membro da gama de veículos híbridos plug-in, o Passat GTE, que se vem juntar ao Golf GTE, que já se encontra em comercialização no mercado nacional desde meados deste ano. O Passat GTE recebe um motor a gasolina de injeção direta 1.4 TSI, que desenvolve uma potência de 156 cv e um motor elétrico de 115 cv. Em conjunto, os dois motores oferecem uma potência combinada de 219 cv. A bateria de iões de lítio, que alimenta ao motor elétrico, é recarregada com o veículo em andamento, graças ao sistema de regeneração da energia de travagem, ou através de uma ligação a um ponto de carregamento elétrico. O Volkswagen Passat GTE oferece uma autonomia elétrica até 50 quilómetros. O consumo médio anunciado em modo híbrido é de 1,6 l/100 km e o consumo energético de 12,2 kWh/100 km. A autonomia total anunciada, com depósito de combustível de 50 litros e bateria carregada, é superior a 1.100 quilómetros.

O Volkswagen Passat GTE está disponível em duas carroçarias, berlina e ‘break’, e distingue-se exteriormente da versão convencional pelas luzes diurnas de LED em forma de C e pela barra azul na grelha dianteira, que está localizada entre os grupos óticos. O habitáculo inclui um painel de instrumentos específico, o que disponibiliza informação relativa ao consumo de energia elétrica e um sistema de informação com um menu para as funções elétricas e para cada modo de condução. Muitas das funções do Passat GTE podem ser controladas remotamente através de um smartphone utilizando a app ‘Car-Net e-Remote’ (opção), como, por exemplo, o nível de carga da bateria, a ativação do ar condicionado ou a visualização do último lugar onde o veículo foi estacionado. No mercado alemão, o Passat GTE tem um preço de venda ao público de 44.250 euros e 45.250 euros, relativos à versão berlina e ‘break’, respetivamente. Por Carlos Moura

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Renovado Mitsubishi Outlander PHEV chega em 2016

A Mitsubishi vai iniciar a comercialização do renovado Outlander PHEV no início de 2016. O Grupo Bergé, que agora detém a representação da marca japonesa em Portugal, prevê que a versão híbrida plug-in do modelo Outlander tenha um preço a partir de 35 mil euros sem IVA, valor que sobe para os 44 mil euros já com o IVA. O Outlander PHEV não terá alterações mecânicas relativamente ao modelo atualmente em comercialização, continua a oferecer uma lotação de cinco lugares e mantém a homologação Classe 1 nas autoestradas, mesmo sem Via Verde.Por Carlos Moura