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terça-feira, 22 de março de 2016

GALP converteu primeiros três pontos de carga rápida

A Galp anunciou ter convertido os pontos de carregamento elétrico disponíveis na sua rede em Oeiras, Aveiras e Pombal, que passam a permitir o carregamento em modo rápido de todos os veículos elétricos comercializados em Portugal.
A conversão destes postos, que permitem carregar um veículo em cerca de 30 minutos, foi realizada em parceria com a BMW, a Renault e a Volkswagen, com suporte tecnológico da Efacec.
O aumento significativo de vendas de veículos elétricos e híbridos plug-in em 2015, triplicando as verificadas no ano anterior, gerou um aumento das taxas de utilização da rede Mobi-E e do respetivo volume de carregamentos.
Em 2015, registaram-se na rede Galp cerca de dez por cento das transações de carga elétrica, tendo a totalidade dos carregamentos efectuados permitido percorrer um total de 116 mil quilómetros.
De acordo com o comunicado divulgado pela Galp, a iniciativa conjunta entre a empresa portuguesa, a BMW, a Renault e a Volkswagen visa criar condições para uma adopção sustentada da mobilidade elétrica, visando ultrapassar barreiras como é o caso da autonomia. As companhias envolvidas têm previstas novas iniciativas quer ao nível de lançamentos de novos modelos de veículos quer no alargamento da infraestrutura da rede elétrica, o que resultará numa maior poupança e em benefícios para os clientes.
Desta forma, a Galp promove mais uma iniciativa que vai ao encontro da dinamização de formas de mobilidade mais sustentáveis, um esforço que no caso da mobilidade eléctrica remonta a outubro de 2010, quando inaugurou na área de serviço de Oeiras, sentido Cascais-Lisboa, o primeiro posto de abastecimento de combustíveis da Europa a disponibilizar um ponto de carregamento rápido para veículos elétricos.
Como operador energético de referência, a Galp garante promover ativamente a adopção por parte dos seus clientes de soluções de mobilidade mais sustentáveis, o que, além da aposta nos veículos elétricos, passa também pelo desenvolvimento e oferta de gasolinas e gasóleos de qualidade superior, mais eficientes e amigos do ambiente, pelo alargamento da rede de gás propano de petróleo liquefeito (GPL) e pela introdução do gás natural veicular (GNV).

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Novos híbridos ‘plug-in’ da BMW chegam a Portugal em março


A BMW vai reforçar a sua oferta de veículos híbridos ‘plug-in’ em Portugal no próximo mês de março, altura em que inicia a comercialização dos modelos 220xe e 330e.
O BMW 225xe constitui uma variante eDrive do Série 2 Active Tourer e estará disponível a partir de 39.950 euros. Equipado com um motor de três cilindros turbo a gasolina de 136 cv e um motor elétrico de 88 cv, oferece uma potência combinada máxima de 224 cv e um binário máximo de 385 Nm. O consumo de combustível anunciado é de 2,0 l/100 km e a autonomia em modo elétrico até 41 quilómetros. A velocidade máxima em modo elétrico é de 125 km/h. O tempo de carga da bateria situa-se entre as 2h15 e as 3h15.

Por sua vez, o BMW 330e constitui mais uma versão da Série 3, dispondo de um motor de quatro cilindros turbo a gasolina com 184 cv e um propulsor elétrico de 88 cv. A potência combinma é de 252 cv cv e o binário máximo de 420 Nm. A autonomia em modo elétrico é de 40 quilómetros, demorando entre 2h12 e 3h00 a carregar por completo. O consumo de combustível anunciado é de 1,9 l/100 km. No mercado nacional, a versão híbrida plig-in do Série 3 terá um preço de venda ao público a partir dos 47 mil euros. As empresas, recorde-se, continuam a beneficiar da dedução do IVA na aquisição ou locação deste tipo de veículos e pagam uma taxa intermédia de ISV de 25 por cento. A taxa de tributação autónoma em sede de IRC para veículos híbridos ‘plug-in’ acima de 35 mil euros é 17,5 por cento. Por Carlos Moura

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Projeto da Linde Material Handling aposta em empilhadores a hidrogénio


O Grupo BMW, a Linde Material Handling e o Instituto de Movimentação de Materiais, Fluxo de Material e Logística da Universidade Técnica de Munique apresentaram os resultados do seu projeto H2IntraDrive, levado a cabo na unidade fabril do Grupo BMW em Leipzig. As conclusões mais importantes do estudo de investigação, que teve uma duração de quase dois anos, referem que o sistema de propulsão de hidrogénio, desenvolvido conjuntamente para equipamentos de movimentação de carga, demonstrou ser uma mais valia na prática, podendo já ser disponibilizado comercialmente e que em certas situações pode ser considerada uma solução económica. O Ministério Federal Alemão de Transporte e Infraestruturas financiou este estudo com um subsídio de 2,9 milhões de euros, como parte do Programa Nacional Alemão de Inovação de Tecnologia de Hidrogénio e de Células de Combustível.
A médio prazo, considera-se que a utilização da tecnologia de células de combustível e dos motores de hidrogénio, tem muitas possibilidades de substituir as fontes de energia convencionais nos equipamentos de movimentação de cargas. Esta ideia é confirmada num inquérito independente realizado como parte do projeto de investigação pelo Instituto de Manipulação de Materiais, Fluxo de Material e Logística da Universidade Técnica de Munique durante o verão de 2015. De acordo com este inquérito, 93 por cento dos 109 especialistas na indústria consultados consideram que o uso do hidrogénio como energia é benéfico. Ao mesmo tempo, 80 por cento acredita que não está suficientemente informado sobre as oportunidades que podem surgir com esta nova tecnologia. O estudo de investigação apresentado em Leipzig pode ultrapassar esta lacuna de conhecimento. Apoia-se no «Guia para o uso de equipamentos de movimentação de carga, acionados com hidrogénio», que também foi criado como parte do projeto de investigação.
Os resultados da investigação mostram que a célula de combustível obteve resultados convincentes na prática durante um período de quase dois anos. Desde dezembro de 2013 até finais de outubro de 2015, os tratores de reboque acumularam dez mil horas em funcionamento e os empilhadores chegaram inclusivamente a cumprir cerca de onze mil horas. Em certas situações gerais como em trabalhos de alta intensidade com operações de 2 a 3 turnos, os utilizadores podem conseguir significativas vantagens económicas desde o primeiro dia. Por exemplo, o uso da tecnologia de hidrogénio aumenta a disponibilidade operacional dos equipamentos de movimentação de carga. Isto deve-se a que estes se podem abastecer num curto período de tempo, enquanto a carga, a substituição e a manutenção de baterias de ácido-chumbo reduzem a produtividade. As análises realizadas demonstraram que o abastecimento de um trator de reboque dura 1,5 minutos. A substituição de bateria pode ser realizada em aproximadamente 5 minutos, mas também pode demorar muito mais. No caso dos empilhadores, o processo de abastecimento durou 2,2 minutos, enquanto o tempo necessário para a substituição de uma bateria equiparável foi de cerca de 10 minutos de média.
Além disso, a utilização da tecnologia de hidrogénio supõe uma grande poupança no espaço. Os dispositivos de elevação, os sistemas de ventilação, as bandejas de proteção, os lava-olhos de emergência e outras instalações deixam de ser necessários no centro logístico. Para o projeto na fábrica da BMW de Leipzig, onde se produzem os modelos i3 e i8, a Linde Material Handling adaptou seis tratores de reboque e cinco empilhadores dos modelos Linde E25 HL e Linde E35 HL com tecnologia de motor de hidrogénio. Além disso, durante o decorrer do projeto, desenvolveu e adaptou continuamente a tecnologia híbrida de células de combustível. Desta forma, por exemplo, reduz-se a taxa de avarias dos equipamentos acionados com hidrogénio.
No tempo que durou o projeto, utilizaram-se os equipamentos de movimentação de carga Linde para distribuir peças da carroçaria do modelo BMW i à área de produção no centro de Leipzig. Nestas instalações, os equipamentos assumiram todas as tarefas que normalmente se realizariam com veículos convencionais acionados por bateria. No seu estudo, os investigadores da Universidade Técnica de Munique compararam as duas tecnologias baseando-se nos seguintes parâmetros: eficiência energética, fiabilidade, durabilidade, assim como sustentabilidade ambiental e económica. Os cientistas determinaram, entre outras coisas, o custo de todo o ciclo de vida útil dos empilhadores e realizaram cálculos aproximados para uma frota de 50 equipamentos.

Na comparação com os equipamentos elétricos convencionais, o intervalo da autonomia dos tratores de reboque acionados com hidrogénio estava acima do standard, enquanto a autonomia dos empilhadores era mais baixa. No futuro, este intervalo continuará a aumentar graças a um depósito com maior volume e uma pressão de combustível mais elevada. A eficiência do sistema de células de combustível é no entanto, de acordo com o estudo de investigação, ligeiramente mais baixa que a da bateria tradicional de ácido-chumbo. No entanto, em conjunto, o motor de hidrogénio convence com a sua alta disponibilidade operacional, os baixos custos de pessoal resultantes e a redução no impacto ambiental se se compara com as vias de energia convencionais. Por Carlos Moura

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Munícipio alemão de Leipzig adquire 50 veículos BMW i3

A BMW entregou ao mayor da cidade alemã de Leipzig 50 veículos elétricos i3 que irão estar ao serviço do munícipio nos próximos dois anos. Pos veículos irão ser distribuuídos por serviços camarários e empresas municipais, incluindo o operador de transportes coletivos, a empresa de distribuição de água e a própria vereação de Leipzig.
Além do fornecimento dos veículos, a BMW vai apoiar a expansão da infraestrutura de carregamento de Leipzig, assim como a harmonização dos interfaces e sistemas de pagamento.

Para o mayor Burkhard Jung, a aquisição dos 50 BMW i3 tem uma grande importância para um conceito global de mobilidade sustentável da cidade. “A BMW está a construir em Leipzig a mobilidade do futuro. Especialmente para nós, numa cidade em crescimento, necessitamos de um novo entendimento de mobilidade. No transporte do futuro já não será necessário chamar para obter um transporte daqui para ali. A questão será: que meio necessito para o fazer? E um veículo elétrico como o BMW i3 é um componente importante”, afirma.Por Carlos Moura

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

BMW desenvolve moto desportiva elétrica

A BMW Motorrad e a Universidade Técnica de Munique estão a desenvolver o protótipo de um moto desportiva elétrica, que recebeu a designação de ‘eRR’.
A visão do Grupo BMW para a mobilidade elétrica ficou patente há cerca de dois anos, com o lançamento dos veículos BMW i3, BMW i8, que estrearam princípios revolucionários de construção (chassis em alumínio e habitáculo em fibra de carbono), e a maxi-scooter elétrica C-Evolution. Estes veículos vieram demonstrar que as emissões zero, o prazer de condução e o caráter prático não se excluíam.
Ao revelar o protótipo e-RR, a BMW Motorrad afirma dar mais um passo e mostra as possibilidades de uma propulsão elétrica numa moto desportiva. No que se refere ao design e à tecnologia do chassis, a BWW eRR deriva da moto desportiva S 1000 RR, mas equipada com um sistema de propulsão elétrico.

Desde o seu lançamento no mercado, a RR proporciona sensações extraordinárias aos atletas do desporto motorizado”, afirma Stephan Schaller, presidente da BMW Motorrad. “Em termos de aceleração, prestações e velocidade máxima, a RR assumiu-se como a nova referência. Contudo, temos de admitir que nos primeiros metros, até 50 a 60 km/h, a RR de 199 cv, é derrotada por outro produto da BMW, a C-Evolution, com a sua motorização elétrica. O que acontecerá se combinarmos um moto desportiva e uma motorização elétrica? O protótipo eRR leva o tópico das zero emissões e da mobilidade elétrica a um fascinante novo nível”, acrescenta o responsável máximo da divisão de duas rodas da marca de Munique. A BMW Motorrad irá anunciar mais tarde os detalhes técnicos da eRR. Por Carlos Moura      

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

BMW i3 assinala segundo aniversário

Lançado no mercado em novembro de 2013, o BMW i3 tornou-se num dos veículos elétricos mais vendidos em todo o mundo, estando atualmente em comercialização em 49 países. A BMW reivindica que, a nível global, um em cada dez automóveis elétricos vendidos são i3 e que na Alemanha a quota de mercado é de 25 por cento. O mercado mais importante para os automóvel cem por cento elétricos de cinco portas é o dos Estados Unidos, onde a BMW ocupa o terceiro lugar da tabela de vendas. Na Noruega, o BMW i3 tem sido, este ano, o modelo mais vendido de toda a gama da marca bávara.
Um dos argumentos do BMW i3 tem sido a sua versatilidade para responder às necessidades dos clientes e aos requisitos das legislações nacionais. O BMW i3 é o único que veículo importado na China que pode ser comprado com isenção de impostos e contorna as dificuldades levantadas pelo sistema local de lotaria das matrículas. Para o Japão foi configurada uma versão especial do BMW i3 que permite aceder aos parques de estacionamento subterrâneos locais, cuja altura é inferior à habitual na Europa ou nos Estados Unidos.

A BMW adianta que mais de 80 por cento dos compradores do i3 em todo o mundo são clientes novos da marca. Por Carlos Moura 

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Primeiros três BMW i3 para polícia alemã

A polícia da Baviera recebeu três veículos elétricos BMW i3, que são os primeiros a integrarem a frota das forças policiais da Alemanha. A agilidade, manobrabilidade e funcionalidade abrangente tornam o BMW i3 numa opção ideal para veículo de patrulha em áreas urbanas. Para aplicação policial, o BMW i3 recebe equipamentos específicos como luzes, sirene, megafone e câmara digital.
"O BMW i3 é o suporte ideal para o trabalho da nossa polícia, especialmente na área urbana de aplicação. Por muitos anos, esperamos trabalhar em conjunto com o Grupo BMW”, afirmou o ministro de Estado da Baviera, na cerimónia de entrega dos veículos. “Estou muito satisfeito com esta cooperação era da mobilidade elétrica e agora estamos prontos para começar a avaliação dos veículos elétricos na operação policial”, acrescentou. Por Carlos Moura 

terça-feira, 15 de setembro de 2015

BMW i3 EXA: entrada à alemã


 Primeira marca ‘premium’ a entrar no segmento de mercado de veículos elétricos, a BMW criou uma submarca própria para o efeito, designada ‘i’. A estreia no segmento coube ao modelo i3, que é proposto em duas versões: ‘Full Electric’, que oferece uma autonomia entre 130 e 160 quilómetros, e EXA (extensor de autonomia), que permite percorrer entre 120 e 140 quilómetros em modo elétrico e mais 120 a 150 quilómetros, com ajuda de um pequeno motor de combustão. A versão ‘EXA’ está vocacionada para quem sofre da chamada ‘ansiedade de autonomia’ ou para os utilizadores que nas suas deslocações pendulares percorram mais de 120 ou 130 quilómetros. Em relação à versão ‘Full Electric’, o BMW i3 EXA representa um custo adicional de cinco mil euros, além de estar sujeito ao Imposto Único de Circulação.
A estreia no mercado não poderia ter corrido melhor para a BMW: o i3 foi o segundo veículo ‘elétrico’ mais vendido no nosso país no ano passado, perdendo para o Nissan LEAF por apenas uma unidade. Para o seu sucesso pode apontar-se o seu design visionário, que chama a atenção. Com uma carroçaria alta e esguia, dimensões compactas – o comprimento exterior é ligeiramente inferior a quatro metros –, o BMW i3 não deixa ninguém indiferente. Entre os elementos estéticos marcantes destaque para a grelha fechada em forma de rim, que inclui um estrutura com realces em azul, ou os faróis LED em forma de U, os quais representam uma nova interpretação do design dos faróis da marca. A faixa em preto brilhante, desde o capot, passando pelo tejadilho, até à traseira, divide visualmente o i3. Os defletores atrás das rodas traseiras e à frente das dianteiras otimizam a aerodinâmica. Relativamente à versão totalmente elétrica, a ‘EXA’ distingue-se apenas por abertura extra para bocal do depósito de nove litros de gasolina que alimenta o motor de 647.
O caráter inovador do i3 é ainda reforçado pelas portas com abertura na direção oposta, uma solução que, se, por um lado, facilita o acesso aos bancos traseiros, pelo outro obriga os ocupantes da frente a terem de tirar o cinto de segurança (que está fixo às portas) sempre alguém queira entrar para os lugares de trás.
O habitáculo oferece quatro lugares, mas o assento traseiro corrido serve apenas para dois ocupantes, uma vez que a parte central está ocupada por um porta-copos. Destaque para a boa visibilidade proporcionada aos ocupantes dos lugares traseiros, graças a posição mais elevada dos bancos, que estão montados por cima da bateria.  O interior é marcado por um ambiente simples e acolhedor, sendo dominado pela utilização de materiais renováveis. Os principais comandos de condução e do motor do i3 estão localizados num módulo, no lado direito do volante, que além de selecionar os modos (D – P – N – R), permite ainda ligar e desligar o motor. No centro do tablier encontra-se um enorme ecrã que possibilita o acesso a todo o tipo de informação em tempo real, bastando para o efeito girar o botão do sistema ‘iDrive’ que se encontra entre os bancos dianteiros.
O princípio de construção do i3, assente numa célula do passageiro sobre o chassis em alumínio, traduziu-se num aumento da altura do veículo e numa posição mais elevada de condução. Por outro lado, a instalação da bateria sob o piso veio permitir uma diminuição do centro de gravidade, a redução do rolamento da carroçaria e aumento da aderência.
O comportamento do motor elétrico, que desenvolve uma potência de 125 kW (170 cv) e um binário de 250 Nm – disponível logo no arranque – tornam a condução do i3 numa experiência muito agradável. No modo Comfort, a aceleração é fulgurante – 7,9 segundos dos 0 aos 100 km/h. Para preservar a autonomia da bateria, a velocidade máxima está limitada a 150 km/h.
Cada carga completa na versão ‘EXA’ permite percorrer entre 120 a 140 quilómetros em modo elétrica e quando esta se esgota o condutor não tem de chamar o reboque, uma vez que entra em funcionamento um motor a gasolina, com uma cilindrada de 647 cc e uma potência de 34 cv, que liga automaticamente quando a carga da bateria atinge o mínimo. 
A partir de uma carga de cerca de 75 por cento, o extensor de autonomia também pode ser ligado manualmente através do iDrive.

Três modos de condução

Para otimizar o consumo de energia, o BMW i3 disponibiliza três modos de condução: Comfort, Eco Pro e Eco Pro Plus. No primeiro caso, o utilizador não tem qualquer limitação de prestações; a segunda opção otimiza o consumo através de uma diminuição do binário máximo no arranque; o terceiro modo desliga a climatização e limita a veloccidade máxima a 90 km/h. A ativação dos modos Eco Pro e Eco Pro Plus permite um ganho de autonomia até 20 km/h. Destaque para o potente sistema de regeneração de energia na fase de desaceleração, que em alguns casos faz acionar as luzes de ‘stop’.
No contacto realizado com a unidade ensaiada registou-se um consumo médio de energia de 17,3 kWh/100 km, que confirma os valores entre os 15 e os 18 kWh/100 km anunciados pelo fabricante para um utilizador médio. Isso traduz-se num custo energético de 2,42 euros, com base na tarifa baixa tensão EDP. Atestar o depósito de nove litros de gasolina custa cerca de 13 euros, mas permite duplicar a autonomia total do veículo. Por comparação, o BMW 120d, aquele que na gama mais aproxima em termos de preço de venda ao público (38.350 euros) e potência (184 cv), apresenta um consumo real (segundo dados da imprensa especializada) de 6,5 l/100, o que pressupõe um custo de 8,35 euros em gasóleo para percorrer cem quilómetros. O tempo de carga da bateria situa-se entre os 30 minutos (80 por cento em modo rápido) e as oito horas (numa tomada doméstica de 220 V).
Com a introdução da Lei da Fiscalidade Verde, que possibilita a dedução do IVA pelas empresas, o BMW i3 EXA constitui uma alternativa interessante e competitiva face às algumas opções diesel, uma vez que oferece uma maior autonomia total em relação à versão totalmente elétrica. Em termos de custos energéticos ganha claramente. Quanto ao resto é uma questão de fazer as contas, como diria um antigo primeiro-ministro.

Ecológico, até nos materiais

O design interior do BMW i3 é proposto em quatro níveis de acabamento: Atelier, Loft, Lodge e Suite. A unidade ensaiada correspondia ao nível Lodge, que se carateriza pela carateriza-se pela cor Cassia da pele em tons terra e os realces em cinza Carum, volante em pele com realce em prata, frisos interiores em madeira de eucalipto, revestimentos dos estofos que combinam tecido em lã e e pele com tratamento natural.    
No desenvolvimento do i3, os engenheiros da BMW procuram reforçar o caráter ‘sustentável’ do veículo pela utilização de materiais recicláveis ou renováveis. Um exemplo consiste no recurso à madeira de eucalipto, de origem portuguesa, nos frisos interiores das versões ‘Lodge’ e ‘Suite’ e de fibras naturais nos revestimentos laterais. Os estofos, por sua vez, possuem revestimento em lã ‘Climate Active’, que oferece um equílibrio positivo entre a temperatura do corpo e a superfície dos bancos, aquecendo menos a temperaturas elevadas e mais a temperaturas baixas. Esta solução engenhosa permite economizar energia no arrefecimento ou aquecimento do habitáculo.  
Alem disso, os tecidos utilizados nos bancos, no teto e no piso foram fabricados com recurso a fibras recicladas.

Célula do passageiro em fibra de carbono

Para otimizar o peso, o BMW i3 possui uma célula do passageiro construída em fibra de carbono com plástico reforçado. Trata-se de um material leve mas extremamente rígido que permitiu dispensar o pilar B e facilita o acesso às duas filas de bancos. A estrutura de carbono, parcialmente visível com as portas abertas, serve de elemento de ligação entre o exterior e o interior. A célula do passageiro encontra-se a uma estrutura da carroçaria em alumínio que alberga o chassis e a cadeia cinemática. Este princípio de construção possibilita um baixo centro de gravidade do veículo, uma correta distribuição do peso – a tara do i3 EXA é de 1.315 kg (pesa mais 120 kg do que a versão ‘Full Electric’ –, um interior espaçoso com quatro lugares e uma posição de condução relativamente elevada.

Muitas opções

Em termos de equipamento de série no mercado nacional, o BMW i3 EXA conta com ar condicionado, rádio BMW Professional com monitor a cores de 6,5”, design interior BMW i Atelier, volante em pele, kits mãos livres com interface USB, desativação do airbag do passageiro frontal, sensores de estacionamento traseiros, cabo de carregamento, serviços Remote com serviços específicos BMW i, ‘eCall’ inteligente, jantes de liga leve de 19”. O seu preço base é de 43.250 euros. Por mais 2.900 euros está disponível o pack ‘Comfort Package Advance’, presente na unidade ensaiada, que oferece volante multifunções, espelhos interiores e exteriores antiencadeamento, apoio de braço frontal, pack de arrumação, sensor de chuva e luz, ar condicionado automático, cruise control com função travão e faróis LED.
O design interior Lodge é opção, assim como as jantes de liga leve, alarme, carregamento rápido, sistema de navegação profissional, assistente de condução Plus, serviços Connected Drive ou a conectividade para aparelhos móveis, Bluetooth e USB, elevando o preço da unidade ensaiada para 60.670 euros.


BMW i3 EXA em números

Preço Base: 46.150. euros (versão Comfort Package Advanced)
Preço com opções: 60.670 euros
Custo energia / 100 km:  euros
Autonomia  bateria: 120 a 150 km
Autonomia com extensor de bateria: 120 a 150 km


Ficha técnica
Motor                   Elétrico síncrono
Potência          170 cv (125 kW) às 4.800 rpm
Binário                      250 Nm
Motor combustão         647 cc
Potência              34 cv/4.300 rpm
Binário                55 Nm/4.300 rpm
Bateria                Iões de lítio
Capacidade              18,8 kW
Peso                       1.315 kg
Comp/larg/alt (m)       3,99/1,75*/1,58
Aceleração 0-100 km       7,9s
Veloc. Max                150 km/h
Autonomia          120 a 150 km (elétrico)
                        120 a 150 km (extensor)
Tempo de recarga       30 min a 8 horas

*2.03 com espelhos

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Frota de 400 BMW i3 integra carsharing de Copenhaga

A Arriva e a BMW vão introduzir o serviço de carsharing ‘DriveNow’ em Copenhaga, que constituirá um complemento à oferta de transportes públicos na capital dinamarquesa e contará com uma frota de 400 veículos elétricos BMW i3. O programa é apoiado pela Agência Dinamarquesa da Energia e pela Região Capital da Dinamarca. O serviço DriveNow já está disponível em várias cidades europeias e dos Estados Unidos (Berlim, Hamburgo, Munique, Londres, São Francisco, entre outras), mas será a primeira vez que será integrado com o transporte público numa área metropolitana. O DriveNow resulta de uma parceria entre o Grupo BMW e a empresa de rent-a-car Sixt SE, que no caso específico de Copenhaga tem ainda uma participação da Arriva, com uma quota de 50 por cento.
O sistema DriveNow opera num regime em que os utilizadores podem levantar o veículo elétrico num qualquer ponto abrangido pelo serviço e deixá-lo num outro qualquer. Atualmente, a área coberta pelo serviço inclui Copenhaga, Frederiksberg, Tårnby, Hvidovre Hospital e Lyngby. Em média, cada veículo estará disponível, a partir de 3 de setembro, em intervalos de 300 metros, o que corresponde à distância entre paragens de autocarro na capital dinamarquesa.
O ‘DriveNow’ é a mais ambiciosa e inovadora solução de transportes públicos que vimos até hoje. Com os 400 automóveis citadinos e o transporte público oferecemos aos cidadãos uma experiência de deslocação flexível, coerente e simples”, afirma o diretor executivo da Arriva Denmark, Nikolaj Wendelboe. “Damos às pessoas um carro – sem um carro”.
Por sua vez, Nico Gabriel, CEO do DriveNow, adianta que este service já foi bem recebido em oito cidades. “Para nós é a altura certa de o expandirmos regime de ‘franchising’ e a Arriva é o parceiro certo. A Arriva tem um elevado conhecimento do mercado em Copenhaga e em conjunto podemos agora oferecer uma solução que integra o DriveNow com o transporte público”.  

O lançamento do DriveNow é complementado com a disponibilização de 640 pontos de carregamentos que serão instalados na capital dinamarquesa até final do ano. Por Carlos Moura

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Camião totalmente elétrico, com peso bruto de 40 toneladas, transporta componentes para fábrica de automóveis da BMW de Munique

O Grupo BMW e o operador logístico Scherm colocaram em operação um camião totalmente elétrico, com um peso bruto combinado de 40 toneladas, que utilizará estradas públicas na região de Munique para entregar componentes na fábricas de automóveis do construtor alemão de Munique.
O camião utilizado tem como base um modelo do fabricante holandês Terberg e já concluiu os primeiros testes em condições reais. O veículo está agora a ser utilizado em serviço regular e efetua oito deslocações diárias entre o centro logístico do grupo Scherm e a fábrica de Munique do grupo BMW. O conjunto articulado transporta vários componentes para automóveis, como amortecedores, molas e sistemas de direção.
O camião será carregado exclusivamente com eletricidade produzida por fontes renováveis pelo terá emissões zero. 

Em comparação com um veículo equivalente diesel, o camião elétrico evita a emissão anual de 11,8 toneladas de dióxido de carbono para a atmosfera.

A bateria do camião demora entre três a quatro horas para ser totalmente carregada, oferecendo uma autonomia até 100 quilómetros. Segundo a BMW, este camião poderá, em teoria, efetuar um dia completo de produção sem necessidade de carregamento adicional. Por Carlos Moura 

segunda-feira, 6 de julho de 2015

BMW revela protótipos fuel cell do i8 e do Série 5 GT


A BMW prevê lançar no mercado, até 2020, um modelo de produção fuel cell e revelou dois protótipos – i8 e Série 5 Gran Turismo – que estão a ser desenvolvidos com base na tecnologia do seu parceiro Toyota. A colaboração estratégica com o construtor japonês resultou de um acordo assinado em 2013 e veio contribuir para acelerar o desenvolvimento da tecnologia FCEV (Fuel Cell Electric Vehicle). Será de referir que o trabalho da BMW no domínio hidrogénio como fonte de energia já tem mais de 30 anos e em 2006 apresentou a primeira berlina de luxo a higrogénio que poderia ser utilizada no dia-a-dia – o BMW Hydrogen 7.
No evento denominado ‘Innovation Days 2015’, a BMW revelou dois protótipos fuel cell, uma tecnologia, que, segundo a marca, estará mais vocacionada para trajetos de longo curso, isto é, para distâncias superiores a 500 quilómetros.

Sobre o protótipo i8 FCEV, a BMW não adiantou muitas informações, mas sobre o Série 5 Gran Turismo FCEV revelou que vem equipado com um motor elétrico de 180 kW (245 cv) e uma bateria de elevada voltagem semelhante à utilizada no i3. O depósito de hidrogénio oferece uma autonomia superior a 500 quilómetros, sendo totalmente reabastecido em menos de cinco minutos. A tecnologia FCEV, com hidrogénio, será combinada com o sistema de propulsão elétrico BMW eDrive. Por Carlos Moura   

segunda-feira, 22 de junho de 2015

França implementa rede de carga rápida Corri-Door

Os dois primeiros pontos de carregamento rápido da rede francesa Corri-Door já entraram ao serviço nas autoestradas operadas pela SANEF. Os pontos de carga estão localizados nas estações de serviço de Bosgouet Nord (A13) e Tardenois Nord (A4) e fazem parte de uma rede de 200 pontos de carga rápido que serão implementados nas autoestradas francesas até dezembro de 2015. Os pontos de carga rápida, que permitem carregar a bateria de um veículo elétrico até 30 minutos, vão ser instalados ao abrigo de um programa co-financiado pela União Europeia (Programa TEN-T) e um consórcio de entidades ligadas à mobilidade elétrica, que é liderado pela EDF.
A rede de pontos de carga rápida será instalada nas autoestradas geridas pelo Grupo SANEF (SANEF e SAPN), APRR e Vinci Autoroutes (ASF, COFIROUTE, ESCOTA), assim como algumas superfícies comerciais localizadas junto a nós de autoestradas. Os pontos de carga da rede Corri-Door irão ser instalados em intervalos de 80 quilómetros, facilitando a condução interurbana com veículos elétricos. O objetivo desta rede é permitir o carregamento das baterias do veículos, enquanto os utilizadores fazem uma pausa na autoestrada: 80 por cento da capacidade da bateria poderá ser recarregada em menos de 30 minutos. Os pontos de carregamento da rede Corri-Door são compatíveis com todos os veículos elétricos que atualmente estão disponíveis. O operador de mobilidade Sodetrel irá lançar o seu próprio serviço de comercialização da rede Corri-Door através de um cartão denominado Sodetrel Pass. Os clientes de outros operadores também poderão utilizar os pontos de carregamento Corri-Door, uma vez que são interoperáveis.

O projeto Corri-Door é co-financiado em 50 por cento pela União Europeia e por um consórcio que inclui a EDF, a sua subsidiária Sodetrel, a Renault, a Nissan, a BMW, a Volkswagen e a ParisTech (12 escolas francesas de engenharia e economia). Por Carlos Moura   

sexta-feira, 29 de maio de 2015

BMW i3 introduzido em serviço de car sharing de Londres

A frota do serviço de car sharing de Londres, DriveNow, foi reforçada com a introdução de 30 unidades do veículo elétrico BMW i3. Com a implementação deste modelo, os clientes do serviço DriveNow terão acesso a cerca de uma dúzia de pontos de carregamento e poderão entrar no centro da capital britânica sem pagarem a portagem que é aplicada aos veículos de combustão.

Com a inclusão do BMW i3 na frota da DriveNow, a marca alemã está a implementar uma iniciativa estratégica para a promoção da mobilidade elétrica, uma vez que serviços deste tipo são encaradados como complementares ao transporte público, contribuindo para a redução do congestionamento de trânsito e a poluição.Por Carlos Moura

 

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Polícia da Sardenha recebe 15 scooters elétricas

A BMW Motorrad entregou 15 scooters elétricas à polícia da cidade de Cagliari, que se localiza na ilha da Sardenha. As scooters BMW C Evolution foram apresentadas às forças policiais na presença do presidente da câmara de Cagliari, Massimo Zedda, e de outros representantes daquele munícipio, assim como o chefe da polícia, Mario Delogu.

Com uma potência nominal de 11 kW (15 cv) e de pico de 35 kW (47,5 cv), uma velocidade máxima de 120 km/h e uma aceleração dos 0 aos 100 km/h que supera algumas maxi scooters equipadas com motores de 600 cc, a BMW C Evolution constitui uma solução vocacionada para utilização em meio urbano. Um outro factor positivo em termos de operação é a autonomia média de aproximadamente 100 quilómetros. A versão desta scooter elétrica fornecida à polícia de Cagliari é idêntica ao modelo de série, tendo apenas recebido alguns dispositivos próprios para utilização policial como altifalantes e equipamento de sinalização. Por Carlos Moura

segunda-feira, 16 de março de 2015

Polícia Municipal de Barcelona recebe frota de 30 scooters elétricas da BMW

A Polícia Municipal de Barcelona recebeu uma frota de 30 maxi-scooters elétricas BMW C evolution, que foram entregues numa cerimónia realizada na sede da autarquia da capital da Catalunha. Estes veículos permitirão aos agentes da Guardia Urbana deslocarem-se com a máxima eficiência e emissões zero. A versão da BMW C evolution adotada pela Polícia Municipal de Barcelona é idêntica à da versão base da scooter elétrica da marca alemã, tendo apenas recebido algumas adaptações para utilização policial, designadamente um pára-brisas mais elevado para uma maior proteção, um sistema de comunicação ao público e sistema de sinalização. A BMW C evolution está equipada com um motor elétrico que desenvolve uma potência nominal de 11 kW e máxima de 35 kW, estando homologada para ser conduzida com carta do tipo A ou B. As scooters estarão sob gestão operacional da AlphaElectric, a empresa gestora de frotas multimarca do Grupo BMW. Por Carlos Moura 

BMW revela seu primeiro SUV híbrido 'plug-in', o X5 eDrive40e

A BMW apresentou o seu primeiro SUV híbrido ‘plug-in’ que será produzido em série, o X5 xDrive40e. Esta versão combina a versatilidade e o ambiente de luxo do X5 com a tração superior assegurada pelo sistema inteligente de tração integral BMW xDrive e a eficiência da tecnologia EfficientDynamics eDrive. A interação entre o motor de quatro cilindros a gasolina com tecnologia BMW TwinPower Turbo e o motor elétrico síncrono desenvolve uma potência conjunta de 313 cv, o que proporciona uma vigorosa aceleração, mantendo, no entanto, um consumo de combustível relativamente baixo, com uma média anunciada entre os 3,3 a 3,4 l/100 e um consumo de energia elétrica entre 15,3 e 15,5 kWh/100 km. 
O BMW X5 PHEV vem equipado com uma bateria de iões de lítio que pode ser carregada através uma tomada doméstica, uma BMW Wallbox ou um posto de carregamento público. A bateria oferece uma autonomia em modo elétrico até 31 quilómetros. Em termos de prestações, a marca alemã reivindica uma aceleração dos aos 100 km/h em 6,8 segundos. A velocidade máxima é de 210 km, estando, no entanto, limitada a 120 km/h em modo elétrico. Por Carlos Moura



BMW i3 e Nissan LEAF já são propostas competitivas para empresas, revela estudo da Leaseplan

Os veículos elétricos Nissan LEAF e BMW i3, e o híbrido ‘plug in’ Mitsubishi Outlander PHEV já são propostas competitivas para as empresas em termos de custo total de utilização, revela um estudo da gestora de frotas Leaseplan, que analisa o impacto das medidas da Fiscalidade Verde nas frotas empresariais. Aquelas medidas representam um desagravamento fiscal para veículos elétricos, híbridos ‘plug in’ e movidos a GPL / GNV.
  


O estudo ‘A Fiscalidade Verde e as oportunidades para as frotas empresariais’, da Leaseplan, aponta para um impacto favorável de 12 por cento decorrente da redução de custos com IVA, uma vez que os custos de aquisição / locação são dedutíveis em 100 por cento; nos veículos híbridos ‘plug in’ há uma diminuição de 24 por cento no seu custo de utilização devido à possibilidade de dedução da totalidade do IVA e da introdução de taxas de tributação autónomas reduzidas para estes veículos, que anteriormente estavam sujeitos às taxas normais.  
    

No estudo conduzido pela Leaseplan conclui-se que as medidas vieram trazer competitividade aos veículos movidos por motores elétricos e híbridos ‘plug in’, designadamente nos segmentos dos familiares pequenos, onde o Nissan LEAF apresenta custo total de utilização mensal equivalente à melhor proposta analisada com motorização diesel – Ford Focus 1.5 TDCi –, enquanto no segmento do familiar pequeno ‘premium’, o BMW i3 é o mais competitivo, conseguindo ter um custo total de utilização mensal dez por cento mais baixo do que um modelo diesel equiparável, no caso o BMW 118D. Na análise quilómétrica verifica-se que ambos os casos, o veículo elétrico e o híbrido ‘plug in’ se tornam ainda mais competitivos à medida que se percorrem mais quilómetros, uma diferença que chega aos seis por cento nos 40 mil quilómetros anuais, no caso do Nissan LEAF, e de 16 por cento nos 30 mil quilómetros anuais no caso do BMW i3. No segmento familiar médio ‘premium’, a melhor proposta é um híbrido ‘plug in’, o Mitsubishi Outlander PHEV, que apresenta uma diferença de sete por cento no custo total de utilização mensal face ao melhor diesel analisado, no caso o BMW 318D. 

A Leaseplan realça, no entanto, que a opção por um veículo totalmente elétrico só é interessante para utilizações diárias até 120 quilómetros. Por Carlos Moura 

quinta-feira, 12 de março de 2015

Bridgestone desenvolveu pneu exclusivo para BMW i3

A Bridgestone desenvolveu um pneu exclusivo para o citadino elétrico i3 da BMW, o Ecopia EP500. 
A tecnologia “ologic” capitaliza as sinergias de grande diâmetro juntamente com um piso estreito, o que reduz a deformação do pneu e a perda de energia durante a condução, ajudando a reduzir a resistência ao rolamento e, ao mesmo tempo, a manter os níveis de segurança, pelo menos, ao mesmo nível que os pneus convencionais. Por Carlos Moura

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

BMW i8 eleito “Carro do Ano” pela Top Gear

A revista inglesa ‘Top Gear’ elegeu o BMW i8 como ‘Carro do Ano 2014’. O veículo híbrido ‘plug in’ da marca alemã impõe-se face a um conjunto de propostas de marcas ‘premium’ e de luxo para conquistar o troféu. A equipa editorial da conhecida publicação britânica e automóveis apontou como principais argumentos do i8 o seu motor sobrealimentado de 1,5 litros em combinação com o motor elétrico que proporciona uma aceleração vigorosa e prazer de condução, mas tudo envolvido num conjunto que permite levar ao extremo a filosofia EfficientDynamics da BMW, com emissões de CO2 inferiores a 49 g/km e um consumo de 2,1 l/100 km. “O BMW i8 é um marco nos anais da história da indústria automóvel e testemunho glorioso para um futuro excitante e positivo”, afirma o chefe de redação da Top Gear, Charlie Turner. “O i8 é um automóvel que devemos comemorar, uma bonita visão do futuro, que está disponível hoje”, conclui. Por Carlos Moura     

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Oficial: BMW confirma gama de híbridos ‘plug –in’

A BMW planeia introduzir uma nova gama de veículos híbridos ‘plug-in’ e proceder à transferência da tecnologia ‘i’ para os principais modelos da marca. Para o efeito, a BMW já desenvolveu um protótipo híbrido ‘plug in’ com base no atual Série 3 e irá revelar uma nova geração de protótipos de veículos híbridos que incorporam a tecnologia já em utilização nos modelos BMW i. Como estratégia de longo prazo, a BMW tem como objetivo disponibilizar versões híbridas ‘plug in’ dos seus principais modelos.

A tecnologia utilizada inclui eficientes motores de combustão interna e motores elétricos alimentados por baterias de alta voltagem que são carregadas pelo exterior. As distâncias curtas poderão ser percorridas apenas em modo elétrico, enquanto nas longas o veículo irá operar no ‘modo combinado’, com os dois sistemas a funcionarem em conjunto. O BMW Série 3 Híbrido Plug In dispõe de um motor de quatro cilindros a gasolina com um motor elétrico. Este último, assim como o sistema de gestão eletrónica, baseiam-se na tecnologia BMW eDrive, que foi estreada nos modelos BMW i3 e BMW i8. A bateria de iões de lítiio deste primeiro protótipo, incluindo o sistema de gestão da bateria e de refrigeração direta, também assentam na experiência e conhecimentos adquiridos na gama BMW i. Por Carlos Moura